Nota de esclarecimento: sou assessor de imprensa. Entre outros clientes, de alguns restaurantes no Rio de Janeiro. Quando fizer algum comentário sobre quaisquer destes estabelecimentos, deixarei explícito que presto serviço a este(s).
Na sexta passada, 25/02, fui jantar no Fratelli _ que não é atendido por me.
O manobrista na porta já apresentou o cartão de visitas do estabelecimento:
como é importante ter alguém que abra a porta do seu carro com a mesma gentileza de quem lhe abra os salões do restaurante.
Levei meu próprio vinho e este foi o único senão da noite _ achei a rolha cara (R$ 55). Algo amplamente compensado pelo nível de informação, sensibilidade e cultura eno-gastrô do jovem somellier Gabriel. O sujeito sabe das coisas e merece mais tímpanos por parte da mídia segmentada.
O couvert ainda é uma marca da casa _ variado sem perder o foco na qualificação.
A seguir, de entrada, um tartar de peixe maravilhoso.
E no prato principal, acatando sugestão do articuladíssimo chef Massimo Torresan, um risoto de cogumelos frescos italianos ciceroneado por fatias de queijo brie (R$ 43,50). Prato com tal corpo que desisti da sobremesa.
Na boa? Um dos melhores risotos que já devastei na vida. Nem um grãozinho de arbóreo para contar a hisória na volta do prato à cozinha. À altura dos que saboreei em Roma.
Fica logo ali no Leblon o Fratelli (2259 6699)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
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