Não sei como certos amigos ainda conseguem falar do PT com respeito.
Não sei exatamente qual a importância da política hoje no meu próprio imaginário.
Não sei até quando será possível engolir esta porra de país que, faz sentido, foi descoberto _ diz a lenda _ devido a uma calmaria.
Quércia senhores. Orestes Quércia, vice na chapa de uma ainda indecisa candidata deste partículo que se tornou o partido que governa este país. Ele sai candidato ao senado com apoio do Lula ou pode se tornar vice numa chapa à prefeitura de SP, tendo à frente a Hebe Camargo do Planalto.
Será que é o Quércia mesmo? Será que bebi demais e estou equivocado? O Sr. Orestes que _ quando eu era jovem, mais sonhador, menos amargo, entrando na vida adulta com a saída da ditadura de cena _ era chamado de "ladrão", "corrupto", etc... por muitos desses que hoje ocupam o poder federal em Brasília?
Sinceramente, li esta notícia em todos os jornais.
Proponho que a palavra impeachment seja definitivamente banida dos dicionários. É gastar papel à toa e precisamos preservar árvores.
Uma palavra a menos em milhões de dicionários seria uma contribuição efetiva do inoperante Ministério da Educação. Ao menos para a pasta desta pobre coitada da Marina Silva.
Nessa horas sempre lembro do saudoso Tom Jobim: "O Brasil não é para principiante."
E, tivesse uma lâmpada mágica, baixaria uma medida-provisória (mais uma, menos uma, que diferença faz?), determinando que todo cidadão abraçado pelo bolsa-família, ou não, deveria ter direito constitucional a um comprimido de plasil.
No MP3: "Cara do Brasil" _ de Celso Viáfora
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Um comentário:
Bráulio, tá difícil mesmo!
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